No poente do sol o espelho da esperança
Dos dias vindouros de alegria
No poente do sol o espelho da esperança
Das noites tristes de nostalgia
Nas noites de luar e tristeza mortifica
A benção de um filho esperado
Nas noites de luar e tristeza mortifica
A maldição de um destino inesperado
O vagalume brilha enchendo de ilusão
Uma noite presa em infinda escuridão
O azul marinho do céu revela
A cor dos pensamentos dela
Na noite fúnebre das esperanças vívidas
Uma moça caminha pela estrada
Deixando cair caixinhas preciosas
Cheias de esperança perdida
Anda sem rumo e nada espera
Anda sem rumo e nada quer
Anda sem rumo e nada espera
O anjo mortífero a seguiu
E de bruços a encontrou
Com olhos abertos para o fim da estrada
Não resistiu e entregou-se antes de terminar esta jornada.
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